
Ontem, passei a primeira metade da aula comendo porcaria com a Lidi no Happy. Na segunda metade, fomos pra sala, mas só pra ficar no fundão confeccionando as criativas lembrancinhas que ela bolou pro seu chá de panela.
Como se pode perceber, pra mim a aula se sexta sucks tanto quanto esse meu final de semana comprido. A rotina tem me custado as energias, mas ainda assim não gosto dos feriados. Não gosto das datas comemorativas e odeio pensar que está chegando o Natal. Queria parar de associar essas coisas, queria viajar ao final do ano, mas será que sozinha e longe de todos não vai ser pior?
...Apesar de que eu sempre tenho passado essas datas sozinha! Teve um Reveillon que eu passei navegando no Orkut (quando tinha Orkut), e duas vezes eu fiquei a noite toda tomando Coca, chorando e ouvindo música. Os finais de ano sempre me despejaram as angústias que eu engoli o ano todo. E isso não é pra ser um estilo mórbido ou algo do tipo, é só um dado estatístico. Nos finais do ano e feriados, quem eu amo some, por exemplo.
Sinto falta das sessões de psicoterapia. Escrever sobre isso também é uma forma de pensar racionalmente no que anda acontecendo, mas não sei se é o suficiente. Faz uns dias que tenho percebido uma falta de controle emocional quando fico sozinha. Eu chego da Uni, olho pro calendário e me desespero; faço pseudoburacos no chão do quarto; miro, inconformada, a minha tristeza no espelho. Depois eu respiro fundo, vou pra cama e deixo o novo dia apagar o que passou.
O Renan tem sido um bom amigo e faz o possível pra me compreender e me apoiar, e penso que é por esse motivo que sinto ainda mais urgência em superar o acontecido. Eu sou a acidentada melancólica que precisa se levantar da cadeira do sofrimento, segurar-se nas barras do ânimo e firmar os pés no chão por todo o trajeto... O problema é que tenho caído vergonhosamente no meio do caminho, e me emaranhado perigosamente numa prisão mental bem maluquinha.
P.S.: ...A antítese entre o humano e o irracional: eu, a ponto de arrancar os cabelos, contemplo a Tutulina preocupando-se apenas em lamber o próprio pêlo.
Como se pode perceber, pra mim a aula se sexta sucks tanto quanto esse meu final de semana comprido. A rotina tem me custado as energias, mas ainda assim não gosto dos feriados. Não gosto das datas comemorativas e odeio pensar que está chegando o Natal. Queria parar de associar essas coisas, queria viajar ao final do ano, mas será que sozinha e longe de todos não vai ser pior?
...Apesar de que eu sempre tenho passado essas datas sozinha! Teve um Reveillon que eu passei navegando no Orkut (quando tinha Orkut), e duas vezes eu fiquei a noite toda tomando Coca, chorando e ouvindo música. Os finais de ano sempre me despejaram as angústias que eu engoli o ano todo. E isso não é pra ser um estilo mórbido ou algo do tipo, é só um dado estatístico. Nos finais do ano e feriados, quem eu amo some, por exemplo.
Sinto falta das sessões de psicoterapia. Escrever sobre isso também é uma forma de pensar racionalmente no que anda acontecendo, mas não sei se é o suficiente. Faz uns dias que tenho percebido uma falta de controle emocional quando fico sozinha. Eu chego da Uni, olho pro calendário e me desespero; faço pseudoburacos no chão do quarto; miro, inconformada, a minha tristeza no espelho. Depois eu respiro fundo, vou pra cama e deixo o novo dia apagar o que passou.
O Renan tem sido um bom amigo e faz o possível pra me compreender e me apoiar, e penso que é por esse motivo que sinto ainda mais urgência em superar o acontecido. Eu sou a acidentada melancólica que precisa se levantar da cadeira do sofrimento, segurar-se nas barras do ânimo e firmar os pés no chão por todo o trajeto... O problema é que tenho caído vergonhosamente no meio do caminho, e me emaranhado perigosamente numa prisão mental bem maluquinha.
P.S.: ...A antítese entre o humano e o irracional: eu, a ponto de arrancar os cabelos, contemplo a Tutulina preocupando-se apenas em lamber o próprio pêlo.
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