
Tô tão triste que não conseguirei escrever algo que preste... Mas precisava dar uma passadinha aqui, nem que fosse pra desabafar um pouco.
Nesse ponto, acho que errei ao ter passado o endereço deste blog... Aqui é o lugar onde não disfarçarei nada, nem me utilizarei de eufemismos. Aqui eu realmente não poderei afirmar que, nos próximos tempos, ficarei perfeitamente bem por jogar, todos os dias, o pior da realidade na minha própria cara.
Mas não tem jeito... Preciso esclarecer pra mim mesma que, mesmo sentindo demais o peso desse sofrimento, não tenho o direito de estragar a felicidade de ninguém: tenho de tentar resolver meus problemas sozinha. Além do mais, dizem que Deus não permite nenhuma chaga que não possamos suportar... No meu caso, ja tô me arrastando só de pensar, mas nem sempre se pode dividir dores.
O que mais me aflige é que eu sinto que não, não vai passar! Pois já passei por isso, já fiz trabalho voluntário, já tornei o trabalho minha moradia, já dispensei a moral, já experimentei a farsa, já mergulhei nos livros, já enterrei músicas, já mudei meus gostos, já fiz enormes sacrifícios, e nada adiantou. Na verdade, meu coração continua afirmando que sempre será de um só. Contudo, se pra completar a felicidade da pessoa mais incrível do mundo eu precise tentar a vida toda mesmo em vão, tentarei. Pelo menos um dos dois vai terminar realmente feliz, e então não será tão triste assim...
Amanhã, vou jantar com as gurias.
(Objetivo secundário: das risadas e esquecer da quarta-feira.
Objetivo principal: tomar o porre de caipira mais foda da minha vida).
É oportuno dizer que este é o primeiro pós teu que li?
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