Ok, eu continuo preferindo Londres, tanto que fiz questão de visitá-la mais uma vez antes de partir. Mas sim, Paris tem toda a mágica que dizem e mais um pouco. Foi a primeira viagem que fiz sozinha, estava um pouco assustada, mas deu tudo certo. E em meio a tantos casais apaixonados e pontes com cadeados simbolizando amor eterno, ainda se viam outros solitários como eu, que resolveram se dar ao luxo de ir sofrer um pouco na Cidade Luz.
Ernest Renan sempre me lembrou quem? R: Renan.
Hotel des Invalides
À beira do Sena
A Dama de Ferro
Alô Dan Brown
Mais tarde, descobri que este é o pior jeito de entrar no Louvre. Ao menos é o mais clássico.
Vênus de Milo: um cofrinho cheio de amor
Da janela.
A metros de distância, por detrás de um vidro, vigiada, cercada: é ela.
Notre Dame
Paris é:
Hemingway, Joyce e outros escritorezinhos faziam suas comprinhas aqui.
Crepe de queijo.
Seria a avenida mais famosa do mundo?
Praça Saint-Michel
A Pont Neuf, que ironicamente é a mais velha da cidade, liga na Île de la Cité às margens (não, eu também não sabia que Paris tinha ilha).
Basílica de Sacré Coeur, em Montmartre
Moulin Rouge
Fico devendo a minha paixão, que é Londres. Ainda queria ir pelo menos a Amsterdã e Berlim, mas não sei se o dinheiro chega. O engraçado é que, além da Anne Frank, o motivo pelo qual eu queria tanto conhecer “Amsterdão” é o fato de que o Renan estava planejando lá ir. Como se o ato de pisar num local por ele almejado pudesse nos tornar mais próximos. Coisas de Line.
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