quinta-feira, 31 de maio de 2012

"Não é difícil encarar os sucessivos caroços dramáticos do romance como histórias de saudade, se por saudade entendermos [...] um tempo de separação e sofrimento que é ao mesmo tempo o caminho para a cauterização do que está cindido, pois as saudades tanto são penitenciais como vinculativas ao que se perdeu, e vinculativas pela lembrança obstinada mas também pela humana esperança [...]".

António Cândido Franco

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