domingo, 16 de agosto de 2009

Chocolate ao alvo


Um sábado raro. Eu fui uma criança grande num parque de diversões itinerante que resolveu nem cogitar se parques de diversões itinerantes refazem itinerários de vez em quando ou não. Guardei na memória a mágica, sem pensar em como se realiza o truque.

Se a vida fosse tão simples, eu nem estaria aqui escrevendo, né... Grandes ou não, crianças amam parques de diversão, e jamais se flagrariam negando um passeio pra ficar fazendo a lição de casa.

Aliás, segunda já começo a encher a lista de tarefas novamente: leituras extensas como as madrugadas, finais de semana sem muito descanso, sono acumulado. Mas também é hora de matar a saudade das minhas flores que moram longe e que dividirão o barco das Letras comigo, saudade do pão de queijo do Fratello, da biblioteca, das vitrines, do Redondo, dos extensos corredores, da Cultural, do cappuccino do Letras e Sabores, das reflexões no micro ouvindo o que me der na telha...

Eu tenho tantas saudades perenes!... Está na hora de me concentrar naquelas que eu ainda posso assassinar.

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